Sinceramente não acredito muito em atitudes com a que foi tomada por Marina, no momento em que o Brasil inteiro esperou por sua manifestação relamente política, em optar pelo apoio à Presidência da República.
Existem situações que merecem um postura neutra, mas, nesse caso específico, nesse momento da Política como foco, em plena eleição para a decisão mais importante da nação na escolha do seu representante, devem ser manifestadas todas as opiniões e versões realmente fundamentadas em lógica e pontos de vista sobre a questão da ética, da moral e principalmente da administração pública, sendo que estes dois últimos itens são relativos à interpretação e realidade particulares e consequentemente diferentes.
Percebo que Marina da Silva, entusiasmada com o percentual de votos que foi capaz de adquirir sentiu-se uma da peças fundamentais do jogo e decidiu dar a cartada seguinte, com o objetivo de gerar espectativas para os candidatos e para o povo brasileiro (se intiular de importante). Relamente, trata-se de uma de perfil importante e relevante para a política brasileira, mas não tanto, a ponto de omitir sua real posição, ponto de vista e opção político-partidária.
A mulher do verde, esqueceu que partidarismo político é identidade, altruismo, poder de vez e voz, participação democrática e efetiva, além de representação real da visão que se tem sobre a política e dos objetivos que se pretende estabelecer para atingir um alvo em favor do bem comum de um povo, de uma comunidade, de uma nação.
Pessoas que não se decidem deixam sempre um espaço para os questionamentos as opiniões. Nesse caso, pode-se pensar que existem interesses escondidos na penumbra das oportunidades... De qualquer lado que der certo, tá certo.
É por isso que sempre pensei na questão política com uma questão de identididade... As pessoas devem saber quem é quem, quais os projetos, objetivos e as propostas de trabalho que se designam e porque se designam para referido Governo.
É bom que se pense com mais seriedade essa questão!
Sineide.





